O objetivo deste livro é dar subsídios teórico-práticos para a realização de programas de Educação Física para idosos, destacando seus benefícios e particularidades, auxiliando os profissionais na estruturação de suas aulas.
18 janeiro 2021
Lançamento versão e-book Educação Física na Terceira Idade: Teoria e Prática
13 janeiro 2021
Lançamento da versão e-book do Amor, Maybe
27 dezembro 2020
Lançamento da Antologia Parem as Máquinas!
A Editora Selo Off Flip promoveu no ano de 2020 uma chamada para seleção de textos com temática livre para composição de Antologia nos gêneros conto, crônica e poesia. A Antologia, intitulada "Parem as Máquinas!" foi pensada em meio a pandemia mundial, quando a maioria da população precisou mudar seus hábitos de vida.
Os textos passaram por uma etapa de seleção, curadoria e coordenação editorial realizada por Ovídio Poli Júnior e Olga Yamashiro.
Segue um trecho da orelha do livro:
Participei com textos nos três gêneros e fui selecionada em todos. Nos livros da Antologia vocês podem ler meu poema "Feminicídio", meu conto "Era uma vez" e minha crônica "Ana".
O lançamento da Antologia acontecerá no próximo dia 30/09/2020 na página do Facebook do Selo Off Flip às 19:00 horas e contará com a participação dos autores.
Confira o evento completo em: https://www.facebook.com/watch/?v=328097748239974
Aqui vocês podem ver um recorte do evento, com a minha participação:
Abaixo vocês podem ouvir a minha leitura dos outros textos que estão na Antologia:
01 novembro 2020
Lançamento do E-Book Declame para Drummond
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| Capa de @luda_aquareluda |
Para celebrar uma década de vida do projeto "Declame para Drummond" foi lançado ontem (31/10/2020), aniversário de Drummond, um E-Book com todos os poemas do Declame para Drummond nestes 10 anos com distribuição gratuita!
Para receber o E-BOOK Declame para Drummond 10 anos basta solicitar pelo e-mail marinamara@gmail.com ou pelo WhatsApp (61) 98242-2944 que ele será enviado para você! ⭐
No ano de 2020 os poemas foram publicados no formato vídeo poemas e podem ser vistos no link:
Meu poema "Feminicídio" faz parte da edição de 2020.
Viva a Poesia!
Viva Drummond!
04 outubro 2020
Lançamento do livro: Maternidades Plurais
17 setembro 2020
Ambrose Bierce - Dicionário do Diabo
O livro Dicionário do Diabo de Ambrose Bierce na Edição da Carambaia, 2018 tem tradução e apresentação de Rogerio W. Galindo. Bierce traz em seus verbetes críticas ácidas às instituições, culturas, categorias e também aos indivíduos. Galindo sintetizou o livro nessa frase: a misantropia em verso e prosa.
A primeira edição do livro data de 1881, com o título Vocabulário do Cínico. O livro reúne textos/verbetes que ele havia publicado em jornal e acumulado durante 25 anos na temática contra a soberba e a arrogância humana.
Alguns exemplos de verbetes:
Aborígenes: (aboriginies), s.2g.pl.
Pessoas de pequeno valor encontradas penando sobre o solo de um país recém-descoberto. Em breve elas deixam de penar; passam a fertilizar.
Desobediência (disobedience), s.f
O lado positivo da servidão.
Perda (loss), s.f
“Aqui jaz sir Huntington, voltou ao pó.
A perda que teve foi a nossa vitória,
Pois quando vivia, em toda a sua glória,
O que ele ganhava perdíamos nós”.
*Collis P Huntington (1821-1900), magnata das ferrovias.
Ps: Huntington estava vivíssimo quando esse verbete foi escrito.
Um excelente livro, que vale a pena ser lido!
Abaixo meu vídeo comentando esses e outros verbetes do livro:
06 setembro 2020
EDUARDO GALENO - O LIVRO DOS ABRAÇOS
“Um conto toca um ponto
de alguém que precisa urgentemente
de uma palavra materializada”
(Everton Marcos Grison)
Estou insuportável, confesso. Nem eu mesma me suporto ultimamente. Nada me agrada. Nem as coisas que costumavam me agradar.
Ando desanimada com o mundo. É tanta violência, corrupção, impunidade. Estamos indo a passos largos para nossa própria destruição e parece que ninguém vê. Se vê, está cansado demais de nadar contra a corrente. Ou é andorinha solitária, que não pode fazer verão.
Em meio a uma pandemia, o que prevalece é o egoísmo. O bem estar pessoal antes do bem estar coletivo. Dane-se você, vou fazer o que eu quiser. Isso é defender a liberdade? Pode haver esperança - não pra nós, já dizia Kafka.
As veias abertas da América Latina sangram como nunca. Mas não só elas. O mundo inteiro vem sendo dilacerado dia após dia.
Salva-me, como sempre, a arte. E um bom conselho do marido: “Você precisa de um abraço, leia o Galeno.”
Na mosca! Saiu um sorriso só de lembrar desse livro, que me aquece o coração.
Eduardo Galeano (1940-2015), foi um escritor uruguaio que conseguiu com uma precisão cirúrgica e uma beleza indescritível trazer em seus livros as memórias de um povo, torná-las vivas e eternas, como devem ser.
“Recordar: Do latim re-cordis, tornar a passar pelo coração.”
“A função da arte/1
Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar.
Viajaram para o Sul.
Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.
E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:
- Me ajuda a olhar!”
(Trechos de: O Livro dos Abraços, de Eduardo Galeano)
Galeano, com sua arte, me trouxe um sopro de vida. Um oásis onde repousar a alma.
Em tempos de desesperança, não preciso de ilusões, muito menos do grito da desgraça. Tenho necessidade vital do silêncio da beleza.
Se quiser ver mais textos e comentários, assista o vídeo:






