HUMILDADE x VAIDADE

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Hoje falarei de algo que muito me chamou a atenção nesses últimos dias: a humildade de alguns escritores e a vaidade de outros.

Tenho frequentado diversos eventos de literatura com escritores renomados (seja pelo público, seja pela crítica) e tenho notado dois tipos de postura nos autores: alguns são atenciosos com seu público, conversam de igual pra igual e tem humildade; enquanto outros só sabem repetir os números de "sua extraordinária vendagem de livros" (que as vezes nem é tudo isso) e falar coisas do tipo: "não considero tudo que escrevo como obra prima, mas pelo menos dois dos meus dez livros são" (acreditem eu ouvi isso de um escritor super pop, numa bienal!)

Engraçado que reparei também que os mais humildes geralmente tem um currículum com mil premiações importantes, jabutis e etc e tal, enquanto os vaidosos que só pensam em aparecer na mídia não tem nenhuma! Tá, tá bom, conheço um deles que tem premiações importantes, mas a vaidade dele é tão grande que ofusca sua bela poesia.

E não pensem que eu tenho alguma coisa contra autores pops, ao contrário, eu adoro eles! Thalita Rebouças e Nicholas Sparks são fenomênos de venda e fenômenos de humildade, gentileza e atenção com seus leitores.

Enfim, escrevo isso para homenagear escritores como os já citados Nicholas Sparks e Thalita Rebouças, e as incríveis pessoas e incríveis profissionais Rodrigo Lacerda, Carlos de Brito e Mello, Manoela Sawitski, Ana Miranda, Márcio Souza, Adriana Lisboa, Sérgio Rodrigues e Andrey do Amaral, que fazem sua arte falar por si própria e lhe render os devidos méritos sem precisar sair contando vantagem por aí.

Tenho minhas dúvidas a respeito daqueles que só sabem se vangloriar.
E tenho dito!

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